Caio Fernando Abreu

Trinta anos sem Caio Fernando Abreu: sua ausência ainda é eterna e imprescindível

Trinta anos sem Caio Fernando Abreu: sua ausência ainda é eterna e imprescindível

Na Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães, em Porto Alegre, 13 livros repousam atrás do vidro. Não é apenas uma homenagem protocolar: é quase um gesto de resistência. Trinta anos depois de 25 de fevereiro de 1996, Caio Fernando Abreu volta a ocupar uma vitrine em sua cidade como quem ocupa um palco. Entre as lombadas expostas estão Morangos Mofados, Onde Andará Dulce Veiga?, O Ovo Apunhalado e Os Dragões Não Conhecem o Paraíso. Livros que atravessaram censura, epidemias, silêncios e modismos literários — e continuam respirando. A vitrine fica até 6 de março. Mas Caio não cabe em vidro. O…
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