Brasil contesta EUA e classifica investigação sobre trabalho forçado como “sem fundamento
A intensificação do protecionismo durante a administração de Donald Trump encontrou resistência nas esferas diplomáticas e técnicas no Brasil. O chefe da diplomacia brasileira, Mauro Vieira, expressou oficialmente a rejeição do país às conclusões iniciais do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), descrevendo a investigação americana acerca do trabalho forçado como “arbitrária”. Mais que uma simples defesa comercial, a postura do Itamaraty revela uma preocupante interferência de Washington, que utiliza legislações internas e argumentos morais para se posicionar como um xerife global e estabelecer barreiras unilaterais contra nações soberanas. Na comunicação oficial enviada às autoridades dos EUA, Mauro Vieira…
