Selic

Inflação apresenta queda inesperada e registra 0,16% com redução nos preços dos alimentos

Inflação apresenta queda inesperada e registra 0,16% com redução nos preços dos alimentos

Nesta sexta-feira (10), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentou os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mostrou uma considerável desaceleração em junho, alcançando 0,16%. Essa taxa representa uma queda significativa em comparação aos 0,58% registrados no mês anterior, superando as expectativas do mercado financeiro, que aguardavam um mínimo de 0,26% para este período. Nos últimos doze meses, a inflação oficial do Brasil também apresentou uma leve redução, passando de 4,72% para 4,64%. A leitura positiva desse indicador animou os investidores, resultando em um expressivo crescimento do Ibovespa e na diminuição dos contratos…
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Projeção do PIB cresce no Boletim Focus, alinhando-se com as expectativas do Banco Central

Projeção do PIB cresce no Boletim Focus, alinhando-se com as expectativas do Banco Central

No último relatório, o Banco Central (BC) ajustou sua previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2026, elevando-a de 1,6% para 2%. O mercado financeiro tem acompanhado atentamente essa expectativa e, conforme o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (29), a projeção para o PIB deste ano foi revisada para 1,99%. As estimativas do BC estão se aproximando das expectativas do Ministério da Fazenda, que aponta um crescimento econômico de 2,3% na edição de maio do Boletim Macrofiscal. Segundo a análise realizada pelo BC, essa revisão positiva é resultado de um desempenho melhor do que o esperado nos primeiros…
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Copom avalia encerrar ciclo de redução de juros, gerando inquietação no mercado

Copom avalia encerrar ciclo de redução de juros, gerando inquietação no mercado

Na terça-feira, dia 16, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) dará início a uma reunião crucial para decidir sobre a taxa Selic, atualmente fixada em 14,5%. O setor produtivo e diversas organizações de trabalhadores estão atentos às possíveis direções que o colegiado tomará em relação aos juros. Após dois cortes consecutivos de 0,25 ponto percentual, havia uma expectativa de que um ciclo de redução mais robusto se iniciasse. Entretanto, os últimos indicadores econômicos começaram a sugerir um cenário oposto ao antecipado, levando analistas do mercado a concluir que a manutenção da Selic no patamar atual é…
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A gestão das taxas de juros pelo Banco Central é um verdadeiro fracasso

A gestão das taxas de juros pelo Banco Central é um verdadeiro fracasso

“Gabriel Galípolo é um traidor”, disparou Bresser-Pereira há poucos dias. Não iria tão longe, ainda tenho uma esperança (minguante) de que Galípolo possa reorientar a política monetária. Mas não há dúvida de que é imensa a frustração com o presidente e os diretores do Banco Central – tanto mais que todos eles foram nomeadas pelo presidente Lula Que diferença fez a nova diretoria do Banco Central até agora? Pode ser que estejam preparando coisas importantíssimas nos bastidores, mas não se nota por enquanto nenhuma mudança expressiva em comparação com a gestão Roberto Campos Neto. Os juros continuam na lua, produzindo…
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Conflito impacta custos e mercado ajusta previsões de inflação

Conflito impacta custos e mercado ajusta previsões de inflação

Na atualização do Boletim Focus divulgada nesta segunda-feira (6), as instituições financeiras aumentaram a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é o indicador da inflação no Brasil. A nova estimativa é de 4,36%, um leve crescimento em relação à marca anterior de 4,31%. Esse ajuste reflete as pressões sobre os preços dos combustíveis originadas pelo conflito no Oriente Médio, que impacta os custos de transporte e, consequentemente, os preços de vários produtos. Essa é a quarta semana consecutiva em que a projeção para o IPCA sobe. Há um mês, o índice estava em 3,91%.…
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Altas taxas de juros estrangulam a economia e ressaltam a necessidade de democratização da política monetária.

Altas taxas de juros estrangulam a economia e ressaltam a necessidade de democratização da política monetária.

A manutenção da taxa básica de juros (Selic) em patamares elevados — atualmente em torno de 15% ao ano — representa um dos principais entraves ao crescimento econômico, à geração de empregos e ao fortalecimento do setor produtivo brasileiro. Relatórios de entidades representativas da indústria já alertam para os efeitos nefastos dessa política sobre investimentos, produção e renda dos trabalhadores. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil não enfrentava um nível de taxa Selic tão alto desde 2006. A entidade classificou como “injustificada” a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), de manter juros…
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